Início Site Página 194

Comerciantes gravataenses protestam contra o fechamento do comércio local

Comerciante de diversas categorias protestaram nesta quinta-feira (18/03) contra o fechamento do Comércio local de Gravatá, Agreste de Pernambuco. Diversas palavras de desabafo e incentivo ao comércio foram ditas, além de cartazes, placas e banners marcaram o manifesto organizado na praça Rodolfo de Moraes.

Representando o legislativo, o vereador Bruno Sales (PSDB) marcou presença e se colocou ao lado dos Comerciantes. Bruno Sales também é comerciante e sente a dor do Comércio Local.

“Eu também sou comerciante e estou aqui hoje como comerciante e não como Vereador. Sei a dor de cada um, de cada pai de família nesse momento onde os comércios estão fechados por meio de um decreto do governador. Não podemos ficar calados, protocolei hoje um oficio, fico a disposição de todos os comerciantes. Vamos juntos unidos pelo comércio”, disse o vereador.

Os comerciantes seguiram até o Paço Municipal (Prefeitura Municipal de Gravatá) onde aguardaram a presença do prefeito Padre Joselito Gomes (PSB), para que ele se manifestasse e pudesse se pronunciar sobre a classe, mas infelizmente, o prefeito não apareceu. Não se pronunciou em defesa do Comércio.

Entristecidos com a não presença do padre, os comerciantes seguiram pelo centro da cidade onde demonstraram sua força, incentivando outros comerciantes a participarem.

As manifestações pró comércio finalizaram na Praça da Matriz, em frente a Paróquia de Sant’Ana. A classe alta dos comerciantes de Gravatá não participou do manifesto em favor da própria classe.

Os Comerciantes também sentiram a falta dos representantes do Comércio Local. A Polícia Militar, Civil, GATI e os efetivos da Guarda Municipal de Gravatá, estiveram presentes dando suporte. Vale enfatizar que os Comerciantes planejam em breve realizar mais uma manifestação.

Comércio: CDL emite nota cobrando dialogo da Gestão com os Lojistas

Comércio de Gravatá. Foto: Gilvan Silva

A CÂMARA DE DIRIRGENTES LOJISTAS DE GRAVATÁ (CDL-GRAVATÁ), por meio desta nota vem se manifestar a respeito das recentes determinações do Governo do Estado de Pernambuco, tomadas por meio do Decreto n°50.433, de 15 de Março de 2021, que impõe o fechamento do comércio varejista como forma de prevenção da disseminação do vírus.

A CDL GRAVATÁ tem plena consciência da necessidade de implementação de esforços conjugados para conter o avanço da contaminação da COVID-19, não só no Estado, mas em todo o país, para que prevaleça o espírito público.

A extrema gravidade da situação está a exigir a união de todos os brasileiros, das entidades empresariais e dos trabalhadores, para que possamos encontrar soluções que minimizem o sofrimento da nossa população e também os impactos econômicos que colocam em risco a sobrevivência das nossas empresas.

É preciso que o Poder Público dialogue com os lojistas mantendo um canal aberto, permanente, franco e eficaz com as entidades empresariais, para que as decisões possam impactar menos nas atividades econômicas, já que o setor de comércio e serviços são responsáveis por 73% do PIB nacional, bem como é o que mais gera empregos no Brasil. Os estabelecimentos comerciais tem seguido, na sua grande maioria, os protocolos sanitários determinados pelas autoridades de saúde e também os preconizados pela OMS, fazendo investimentos e esforços enorme para que as atividades ocorram de modo seguro e consciente.

O fechamento abrupto do comércio varejista não é o caminho para o enfrentamento da crise sanitária no cenário atual, já que gerará como consequência um agravamento da crise econômica e social, como elevação significativa do desemprego e o fechamento de milhares de estabelecimentos, fazendo-se necessária a manutenção das medidas de socorro e amparo aos empregadores, empregados e negócios impactados pela pandemia, uma experiência que se mostrou eficiente na primeira fase da doença no Brasil.

Estamos prontos e à disposição para contribuir com ideias e ações para transformar Pernambuco, o Nordeste e o País competitivos, seguros e bom para se viver, que é, na verdade, o que todos nós queremos.

Gravatá, 17 de Março de 2021
MARIA VALÉRIA B. SILVA (PRESIDENTE)

Comerciantes protestam nesta quinta (18), contra o fechamento do comércio

Foto: GMK Imagens

Representantes de várias categorias comerciais da cidade, estão se organizando para nesta quinta-feira (18/03), realizarem de uma manifestação em protesto contra o fechamento do comércio local.

Tendo em vista a baixa nos casos em Gravatá, os comerciantes se organizarão na Rua. Cleto Campelo, em frente ao Paço Municipal, (PREFEITURA DE GRAVATÁ), onde iniciaram suas manifestações. O protesto está programado para as 10h.

O De Olho Em Gravatá de pronto, presta solidariedade aos guerreiros do comércio e confirma presença com cobertura sobre as manifestações.

Covid-19: Dr. Sidney Ribeiro, do Jesus Pequenino, anuncia mais 10 leitos de UTI

Esse momento mostra nosso compromisso e responsabilidade desde começo da pandemia em conter os avanços da Doença no agreste.

“Faz 01 ano que travamos essa luta em favor da vida e do amor ao próximo, salvando vidas
Vamos vencer essa batalha juntos com a população fazendo sua parte através da responsabilidade coletiva e auto cuidado (uso de máscara, higienizando as mãos e distanciamento social)”
ressalta Dr Sidney Ribeiro.

Dr Sidney Ribeiro tem vasta atuação no enfrentamento ao covid 19. Além de ser Diretor médico do Jesus Pequenino é também médico intensivista do Hospital Mestre Vitalino, médico intensivista e coordenador clínico do Hospital Regional de Palmares.

Aniversário de Gravatá foi o último evento festivo antes da pandemia

Em 15 de Março de 2020, a cidade de Gravatá comemorava seus 127 anos de emancipação com a realização do Hasteamento das Bandeiras em frente ao Paço Municipal (pela manhã), a tradicional missa na Paróquia de Sant’Ana (no finalzinho da tarde), seguindo com o corte do Bolo Gigante, na praça da matriz (a noite).

Essa foi a ultima festividade realizada na cidade, antes das medidas restritivas contra o novo coronavírus, decretadas três dias após o evento.

Nesta segunda (15/03), o ex-prefeito Joaquim Neto (PSDB) usou as redes sociais para relembrar o fato e homenagear o aniversário de 128 anos de emancipação política municipal.

“Último evento de nossa cidade antes de mudar tudo… Que Deus nos proteja e abençoe para essa pandemia acabar”, destacou o ex-gestor, através do Instagram.

Relembre esse momento:

Lockdown: Veja a lista de comércios que podem abrir e os que não podem

O Governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB) anunciou mediante pronunciamento, quarentena em todo estado durante 10 dias. Tendo inicio nesta quinta-feira (18/03), seguido até o dia (28/03).

O QUE ABRE e o QUE FECHA?

Durante o período de quarentena, ficarão proibidos de funcionar os serviços de bares e restaurantes; shoppings e galerias comerciais; óticas; salas de cinema e teatros; academias; salão de beleza e similares; comércio varejista de vestuário, calçados, eletroeletrônicos e linha branca, cama, mesa e banho e produtos de armarinho; escolas e universidades (públicas e privadas); clubes sociais , esportivos e agremiações; práticas e competições esportivas; praias, parques e praças; ciclofaixas de lazer, eventos culturais e de lazer, além dos sociais. Igrejas e demais templos religiosos poderão abrir para atividades administrativas e para preparação e realização de celebrações via internet.

Permanecerão ativos os serviços essenciais, a exemplo de: supermercados; padarias; farmácias; postos de combustíveis; hospitais veterinários; clínicas, ambulatórios e similares; bancos e lotéricas; transporte público; indústrias, atacado e termoelétricas; construção civil; material de construção; materiais e equipamentos de informática; lojas de materiais e equipamentos agrícolas, oficinas e assistências técnicas e lojas de veículos.

Léo do AR denuncia ambulância abandonada as margens da BR-232

O vereador de Gravatá, Léo do AR (PSDB), divulgou nas redes sociais na noite deste domingo (14/03), imagens e um áudio, onde denuncia o abandono de uma Ambulância da cidade de Gravatá, adquirida no ano de 2018, as margens da BR-232 em Vitória de Santo Antão.

“A ambulância da Prefeitura Municipal de Gravatá encontra se completamente abandonada nas margens da BR de Vitória de Santo Antão. Quer dizer que Gravatá não existe mecânicos bons que aqui em Gravatá tem muitos mecânicos bons, certo, aí precisa tirar uma banca uma ambulância da cidade de Gravatá pra dar dinheiro aos mecânicos de Vitória de Santo Antão? Veja que absurdo”, disse o vereador no áudio que já circula em grupos de WhatsApp.

Confira o áudio na integra:

Léo do AR denuncia ambulância abandonada

Especial 128 anos: Crauatá, Crauá, Croatá, Carauatá, Caraguatá e Gravatá

Vista de Gravatá antigamente. Foto: Arquivo

Antes de se formalizar Gravatá, o local tinha diversos nomes, eram eles: Crauatá, Crauá, Croatá, Carauatá, Caraguatá e Gravatá. Pela preferência popular, o local ficou mais conhecido como Fazenda do Gravatá.

Como Gravatá pertencia as terras de Bezerros, o local também ficou conhecido como Gravatá dos Bezerros, e era parada obrigatória dos viajantes que vinham comercializar no interior.

Antes de se chamar Gravatá, éramos conhecidos como Crauatá, você sabia?

José Justino Carreiro de Miranda, que era descendente de Português, agricultor e criador de gado, ficou sabendo de uma Fazenda, que estava abandonada por seus primitivos povoadores, e ficava localizada nas proximidades da Caatinga Vermelha, à margem do mais central caminho das boiadas de Pernambuco. Rapidamente, Justino efetivou a compra no Recife, das terras.

Com a ajuda de João Félix Justiniano Carreiro de Miranda, seu filho mais velho, José Justino construiu casa-grande, casas para agregados, senzala, curral e tudo mais necessário ao funcionamento de uma grande fazenda de criação e plantio, em local onde outros povoadores haviam fracassado.

A recém fazenda, adquirida por José Justino Carreiro de Miranda, já recepcionava e hospedava viajantes, que iam comercializar o açúcar e a carne bovina, vindos do Recife através de embarcações até o interior.

O transporte das mercadorias aconteciam pelo rio Ipojuca, e como a navegação era difícil, os comerciantes eram obrigados a fazer paradas estratégicas para evitar também que o gado perdesse peso.

Dai, os viajantes denominaram Crauatá, como nome do local, bastante conhecido como um dos pontos do “caminho das boiadas”. Crauatá, denominação, que deriva do tupi Karawatã (“mato que fura”), por conta da predominância de uma planta do gênero da família das bromélias, também chamada caraguatá, caroatá, caroá e gravatá.

José Justino deu à sua fazenda a mesma denominação pela qual o lugar já era conhecido, que variava entre Crauatá, Crauá, Croatá, Carauatá, Caraguatá e Gravatá. Pela preferência popular, ficou mais conhecido como Fazenda do
Gravatá
.

Gravatá completa nesta segunda, 15 de Março, 128 ANOS de Emancipação

Foto: Bruno Lima - MTUR

O município de Gravatá teve origens numa fazenda, em 1808, pertencente a José Justino Carreiro de Miranda, local esse que servia como hospedagem para os viajantes que iam comercializar o açúcar e a carne bovina, principais produtos da época, que eram levados em embarcações do Recife até o interior. Como a navegação pelo rio Ipojuca era difícil, os comerciantes eram obrigados a fazer paradas estratégicas para evitar também que o gado perdesse peso.

Uma dessas paradas ficou conhecida como Crauatá, denominação, que deriva do tupi Karawatã (“mato que fura”), por conta da predominância de uma planta do gênero da família das bromélias, também chamada caraguatá, caroatá, caroá e gravatá.

Foi nos fins do [[século XVIII – 1797 ou princípios de 1798] que José Justino Carreiro de Miranda tomou posse da Fazenda Gravatá que, por muito tempo, serviu de hospedagem para viajantes e, como consequência natural, surgiram dois arruados, um em cada margem do rio.

Em 1816 iniciou-se a construção de uma capela dedicada a Sant’Ana que, em 1822 provavelmente em 26 de Julho, dedicado pela Igreja Católica a Sant’Ana, seria concluída por seu filho João Félix Justiniano. Em seguida, as terras foram divididas em 100 lotes e vendidas aos moradores, dando início ao povoado de Gravatá, sendo um distrito do município de Bezerros.

Finalmente no dia [(25 de Maio de 1857)], 35 anos de pois da inauguração da capela, pela Lei Provincial 422 foi a povoação elevada a Freguezia de Gravatá. Foi o primeiro vigário encomendado da nova freguezia o padre Joaquim da Cunha Cavalcanti, sendo feito o registro competente no Livro 1 de Casamentos desse ano. No Termo de Abertura está o nome do provisor Francisco José Tavares da Gama e a data de 7 de Setembro de 1857, quando chegou o padre interino. A inscrição datal da paróquia foi feita com solenidade no mesmo dia da chegada do tonsurado, da fundação efetiva do grande sonho dos católicos gravataenses. Na ocasião foi levado a efeito o primeiro batizado oficial destas terras.Foi do parvolo José, nascido no mês de julho desse ano e filho legítimo de Firmino José e Maria da Conceição. Vinte dias mais tarde, a 27 do dito mês, verificava-se o primeiro casamento, que foi,conforme documento do ato, realizado “no oratório privado do engenho “Penon”, e oficiado pelo padre Francisco Seabra d’Andrade,- com certeza convidado de outra paroquia – sendo os noivos Manuel Tomás da Silva e Inez Francisca Lisboa.

Em 13 de junho de 1884, a sede do município foi elevada à categoria de cidade (Lei Provincial nº 1.805), porém sua emancipação política só veio a ocorrer após a Proclamação da República, pela Lei Orgânica dos Município, de 15 de março de 1893, quando a cidade adquiriu sua autonomia municipal e elegeu o seu primeiro prefeito, Antônio Avelino do Rego Barros.

No final do século XIX, com a inauguração da Ferrovia Great Western Railways, ligando o Recife ao sertão pernambucano, a cidade tomou considerável impulso e, aos poucos, foi definida sua vocação para o turismo, sobretudo com a construção da BR-232, em 1950, o que permitiu um melhor acesso, encurtando o tempo de viagem e vencendo o desafio da Serra das Russas. Atualmente comemora a emancipação do município no dia 15 de março.

De Olho Em Gravatá
De Olho Em Gravatá