A senhora, Gilvanise, que reside na rua do Norte, bairro Santa Luzia, em Gravatá, Agreste de Pernambuco, entrou em contato com o programa matinal, “Redação da Nova”, veiculado pela Emissora de Rádio, Nova FM 106,7 Mhz, e tem como âncoras, José Fábio e Ângelo Márcio, para desabafar a angustia e o constrangimento que passou, durante o sepultamento do sobrinho, vítima da COVID-19.

Gilvanise informou que neste domingo (30), o cortejo seguiu para o Cemitério de Santo Amaro, (Gravatá), para sepultamento, e por volta das 11h40, chegou no local, mas todos se depararam com os portões do cemitério, fechado.

O carro fúnebre e os familiares aguardaram até 13h40 para que o local fosse aberto para realização do enterro do corpo da vítima.

“Foi uma dor que só quem passou é quem sabe. Eu entendo que as pessoas precisam descansar, ter seu horário de almoço, mas deveria ter duas equipes e não fechar.

Minha família ficou na chuva esperando cemitério abrir. Eles não estão tendo nem consideração com a dor das pessoas. Eles sabiam que teriam dois sepultamentos no mesmo dia”

Relatou Gilvanise no Rádio.

A denúncia de Gilvanise causou revolta e repercutiu nas redes sociais, principalmente entre os ouvintes que enviaram diversos áudios a emissora, cobrando respeito por parte da gestão.



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