Nordeste adota tecnologia que facilita identificação de cavalos

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Um microchip, do tamanho de um grão de arroz, está mudando o procedimento de identificação de cavalos Quarto de Milha, no Brasil. Implantado em animais de outras regiões do país desde 2014, durante eventos oficiais da raça, o dispositivo chegou este ano ao Estado de Pernambuco. De acordo com a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM), esta é uma atividade inédita nas Vaquejadas do Nordeste.

Durante a sétima edição do Congresso Brasileiro & Derby ABQM de Vaquejada, realizado de 10 a 13 de março, no Parque e Haras Rufina Borba, em Bezerros, no agreste pernambucano, cerca de cem proprietários adotaram a tecnologia. “Isso mostra que houve uma grande aceitação por parte dos criadores desses animais em aderirem a este moderno e prático procedimento”, afirmou Daniel Costardi, superintendente técnico da ABQM.

Costardi diz ainda que o implante não proporciona nenhuma dor ao animal e é colocado sob a pele com uma injeção com agulha própria. Ele explica também que antes da aplicação, o veterinário faz a limpeza do local, com álcool ou iodo, e sempre utilizando luvas. O chip é obrigatoriamente injetado na região do pescoço, no músculo ou no ligamento da nuca, locais comprovadamente com menor propensão ao deslocamento do dispositivo.

“Todo esse processo demora no máximo cinco minutos e após a aplicação um scanner faz a leitura do chip por rádio frequência. A precisão e a rapidez na coleta de informações são algumas vantagens que a identificação dos plantéis com microchip oferece em relação às demais opções. No minúsculo aparelho, ficam armazenadas todas as informações sobre o animal, incluindo nome, idade e dados da filiação”, concluiu Daniel.



Direto da Redação: Jean Philippe Vasconcelos
NRG: Núcleo de Reportagem Gravataense
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