Gravatá inicia Campanha de Vacinação contra Poliomielite

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A Secretaria de Saúde de Gravatá realiza a partir da próxima segunda-feira (10) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. As vacinas serão disponibilizadas em todas as Unidades de Saúde da Família. Crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade devem tomar a vacina. Na ocasião, será realizada também a atualização do cartão de vacina das crianças.

No sábado (15), será realizado o dia “D” da campanha, quando todas as Unidades de Saúde da Família da zona urbana irão funcionar das 08h às 17h. Além das USFs, serão montados três postos volantes que irão oferecer a vacina contra a Poliomielite e a atualização do cartão de vacinação. Os postos volantes funcionarão na Praça da Matriz, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Gravatá e Hospital Dr. Paulo da Veiga Pessoa.

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Sintomas: é uma doença infecto-contagiosa aguda, causada por um vírus que vive no intestino, denominado Poliovírus. Embora ocorra com maior frequência em crianças menores de quatro anos, também pode ocorrer em adultos. O período de incubação da doença varia de dois a trinta dias sendo, em geral, de sete a doze dias. A maior parte das infecções apresenta poucos sintomas (forma subclínica) ou nenhum e estes são parecidos com os de outras doenças virais ou semelhantes às infecções respiratórias como gripe – febre e dor de garganta – ou infecções gastrintestinais como náusea, vômito, constipação (prisão de ventre), dor abdominal e, raramente, diarréia.

Cerca de 1% dos infectados pelo vírus pode desenvolver a forma paralítica da doença, que pode causar sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em alguns casos, levar à morte. Em geral, a paralisia se manifesta nos membros inferiores de forma assimétrica, ou seja, ocorre apenas em um dos membros. As principais características são a perda da força muscular e dos reflexos, com manutenção da sensibilidade no membro atingido.

Transmissão: uma pessoa pode transmitir diretamente para a outra. A transmissão do vírus da poliomielite se dá através da boca, com material contaminado com fezes (contato fecal-oral), o que é crítico quando as condições sanitárias e de higiene são inadequadas. Crianças mais novas, que ainda não adquiriram completamente hábitos de higiene, correm maior risco de contrair a doença. O Poliovírus também pode ser disseminado por contaminação da água e de alimentos por fezes.

A doença também pode ser transmitida pela forma oral-oral, através de gotículas expelidas ao falar, tossir ou espirrar. O vírus se multiplica, inicialmente, nos locais por onde ele entra no organismo (boca, garganta e intestinos). Em seguida, vai para a corrente sanguínea e pode chegar até o sistema nervoso, dependendo da pessoa infectada.

Prevenção: a poliomielite não tem tratamento específico. A doença deve ser evitada tanto através da vacinação contra poliomielite como de medidas preventivas contra doenças transmitidas por contaminação fecal de água e alimentos. No Brasil, a vacina é dada rotineiramente nos postos da rede municipal de saúde e durante as campanhas nacionais de vacinação. A vacina contra a poliomielite oral trivalente deve ser administrada aos dois, quatro e seis meses de vida. O primeiro reforço é feito aos 15 meses e o outro entre quatro e seis anos de idade. Também é necessário vacinar-se em todas as campanhas.

Direto da Redação: Rodolfo Lima
Com informações da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)

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