DHPP apresenta resultado do inquérito sobre assassinato da adolescente Alice Seabra

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A delegada Gleide Ângelo, do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) fala na tarde desta segunda-feira sobre o resultado do inquérito que apurou a morte da jovem Maria Alice Seabra, de 19 anos. O inquérito será entregue à Justiça ainda hoje. A polícia pediu a prisão preventiva do ajudante de pedreiro Gildo Xavier, 34, pelos crimes de sequestro, estupro, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver.


Ao final da investigação, a polícia descobriu que Gildo mentiu ao dizer que não havia cortado a mão esquerda de Alice. A vítima havia feito uma tatuagem com o nome do pai (morto há seis anos), um dia antes do crime, no antebraço esquerdo, o que deixou Gildo irritado. Laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) confirmou que a garota teve a mão decepada. O membro, no entanto, não foi encontrado.

A perícia feita no corpo da jovem também mostrou que ela estava sem dois dentes em decorrência das agressões que sofreu do padrasto. Em seu depoimento à delegada Gleide Ângelo, que investigou o caso, Gildo havia dito que estuprou e matou Alice dentro do carro que havia alugado em Gravatá e que não teria cortado a mão da enteada, mas essa versão foi derrubada pelos investigadores. O estupro e a morte aconteceram no canavial em Itapissuma, onde o corpo foi encontrado. As roupas da vítima e do suspeito foram localizadas no canavial.

Após cinco dias de desaparecimento, o corpo de Maria Alice de Arruda Seabra Amorim, 19 anos, foi encontrado no Engenho Burro Velho, em Itapissuma. A jovem saiu de casa, na Estância, no Recife, para uma entrevista de emprego em Gravatá, acompanhada do padastro.

Com informações do jornalista Wagner Oliveira
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